quarta-feira, 14 de março de 2012

Idade

Aquele que vive depois dos vinte
Sabe que oito nada representa
Pois mesmo que a vida velho o pinte
Ainda vai viver até os oitenta
E sabe que a hora da morte espreita
Espera, aguarda, mas nunca respeita
E antes da chegada da última aurora
O sino que toca antes da hora
Vai dizer que vivi mais do que queria
A tempo de cantar uma última poesia